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Espanha impõe segundo bloqueio local por coronavírus em 2 dias

Depois de restringir a circulação de 200 mil pessoas na Catalunha, o país agora bloqueia região na Galiza, com 70 mil habitantes.

 
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A região da Galiza, no noroeste da Espanha, impôs restrições de circulação a cerca de 70 mil pessoas neste domingo (5) após um surto de Covid-19. É o segundo bloqueio no país em dois dias: no sábado (4), a Catalunha também foi fechada para conter a propagação do coronavírus.

Os moradores de La Mariña, na província de Lugo, não poderão deixar a área de meia-noite de domingo a sexta-feira (10), dois dias antes das eleições regionais na Galiza, em 12 de julho.

Durante um comício em Bilbao, o primeiro-ministro, Pedro Sánchez, pediu às pessoas que não baixem a guarda, mas que também tenham calma, porque “a detecção precoce desses surtos mostra que o sistema de saúde está muito mais bem preparado” do que em março.

O governo regional disse que as pessoas poderão se deslocar por La Mariña, mas apenas aqueles que precisam viajar para trabalhar poderão sair ou entrar na área.

O ministro regional da Saúde, Jesús Vázquez Almuíña, em entrevista coletiva neste domingo. disse que os maiores surtos estavam ligados a vários bares da região. As autoridades regionais de saúde disseram que agora existem 258 casos na Galiza, dos quais 117 em Lugo.

200 mil na Catalunha

Mulher passa por um hospital de campanha, depois que o governo da Catalunha impor novas restrições em um esforço para controlar um novo surto de covid-19 em Lérida, na Espanha — Foto: Nacho Doce/Reuters

O governo da Catalunha, no nordeste da Espanha, anunciou neste sábado (4) o confinamento de cerca de 200 mil habitantes em Lérida, por um novo surto de casos de Covid-19 na região.

O confinamento restringe entrada e saída de pessoas e proíbe reuniões com mais de dez pessoas, além de visitas às casas de repouso.

"Decidimos confinar a área do Segriá (na cidade de Lérida), com base em dados que confirmam um crescimento bastante significativo do número de casos de COVID-19", declarou à imprensa o presidente da Catalunha, Quim Torra.

 

 

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