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Carlos Menem, ex-presidente da Argentina, recebe alta após ser internado em UTI

Menem, atualmente senador, completou 90 anos na quinta-feira 2 . Exames descartaram Covid-19.

 
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Carlos Menem, ex-presidente da Argentina e atual senador pela província de La Rioja, recebeu alta médica de uma clínica em Buenos Aires nesta sexta-feira (3), informou o jornal "La Nación".

Menem estava internado desde 13 de junho por uma pneumonia severa, e chegou a ser transferido para uma unidade de terapia intensiva (UTI) nesta semana após uma piora no quadro. Exames descartaram um possível diagnóstico de Covid-19, a doença causada pelo novo coronavírus. O ex-presidente completou 90 anos nesta quinta (2).

"Ele está cansado pelos 25 dias internado. Agora, ele tem que se reabilitar e tudo mais, mas está bem, graças a Deus", disse sua filha, Zulemita, ao "La Nación".

Ainda segundo o jornal argentino, Menem terá que voltar à unidade de saúde em três semanas para exames nas artérias coronárias.

Ex-presidente da Argentina

Fernando De la Rúa recebe faixa presidencial de Carlos Menem em 10 de dezembro de 1999 — Foto: Gerardo Horovitz/ AP

Menem governou a Argentina entre 1989 e 1999, com uma política de privatização e uma forte abertura às importações que o distanciaram da doutrina estatista e industrial histórica de sua força política, o partido Justicialista. Outro ramo desse grupo exerce o poder novamente, com Alberto Fernández como presidente.

Em 2019, Menem foi condenado a três anos e nove meses de prisão por fraude na venda de um imóvel na década de 1990. Segundo a Suprema Corte, o ex-presidente desviou recursos públicos na transação comercial. Para ser preso, no entanto, ele deveria ser condenado também pelo Senado, o que não ocorreu.

Além disso, o ex-presidente foi absolvido da acusação de encobrimento dos autores do atentado contra o centro judaico AMIA, em Buenos Aires, em 1994. A Justiça condenou, no mesmo julgamento, o ex-chefe de Inteligência do ex-presidente e um ex-juiz, entre outros ex-funcionários e cúmplices. O ataque deixou 85 mortos e 300 feridos.

 

 

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