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Itália pode aliviar medidas contra o coronavírus até o fim de abril, diz o primeiro-ministro

A Itália impôs um isolamento nacional em 9 de março. Duas semanas depois, o primeiro-ministro anunciou que serviços e comércios não essenciais, como de carros, vestuário e móveis, teriam que fechar.

 
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A Itália pode começar a suspender gradualmente algumas restrições em vigor para conter o novo coronavírus até o fim de abril, contanto que a disseminação da doença continue a diminuir, disse o primeiro-ministro, Giuseppe Conte, à BBC nesta quinta-feira (9).

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"Precisamos escolher setores que possam retomar suas atividades. Se os especialistas o confirmarem, podemos começar a relaxar algumas medidas já no final deste mês", disse Conte à emissora britânica.

No dia 3 de abril, o chefe da Defesa Civil do país, Angelo Borrelli, havia dito que o confinamento seria prorrogado até pelo menos o dia 2 de maio. Na ocasião, ele reforçou a necessidade de um isolamento rigoroso.

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Comte, o primeiro-ministro, alertou que a Itália não pode baixar a guarda e que as restrições só serão amenizadas gradualmente.

O país teve 542 mortes por Covid-19 na quarta-feira, menos do que as 604 do dia anterior, o que eleva o total de óbitos a 17.669. Havia 3.693 pessoas em tratamento intensivo, menos do que as 3.792 de terça-feira – a quinta redução diária consecutiva.

Esta redução despertou a esperança de que o vírus esteja recuando graças ao isolamento de âmbito nacional, mas o número de casos novos subiu de 3.039 na terça-feira para 3.836 e chegou a 139.422 – a terceira maior cifra global, só atrás das de Estados Unidos e Espanha.

A Itália impôs um isolamento nacional em 9 de março. Duas semanas depois, Conte anunciou que serviços e comércios não essenciais, como de carros, vestuário e móveis, teriam que fechar.

As empresas do polo industrial do norte italiano vêm pedindo ao governo que lhes permita reabrir as fábricas para evitar uma catástrofe econômica, embora seja a área mais atingida pelo coronavírus.

Filiais da associação de empregados Confindustria que representam Lombardia, Vêneto, Piemonte e Emilia-Romagna, regiões do norte que respondem por 45% do produto interno bruto (PIB) da nação, pediram na quarta-feira que o governo italiano trace um "roteiro" para a volta ao trabalho.

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