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GAS/DEIC prende mulher suspeita de matar o companheiro; crime teria sido motivado por traição

 

O Grupo Antissequestro (GAS), da Delegacia Estadual de Investigações Criminais (Deic), cumpriu, no dia 1º de abril, mandado de prisão preventiva em desfavor de uma mulher de 53 anos de idade pelo homicídio de seu companheiro.

A vítima, um homem de 45 anos, estava desaparecida desde o dia 28 de abril de 2019, ocasião em que passou a madrugada na companhia da autora em um motel de Goiânia. Eles voltaram para casa por volta de 07h00 da manhã, mas o homem não foi mais visto ou contatado.

A autora afirmou inicialmente que, logo que chegaram em casa, a vítima saiu para visitar a filha e não mais retornou, contudo, câmeras de segurança demonstram que o homem não saiu de casa após a chegada.

A autora estranhamente não comunicou o “desaparecimento” à Polícia Civil, tendo a filha da vítima informado o desaparecimento do pai à Polícia Judiciária no dia 02 de maio.

Exame pericial com luminol.

Logo após o desaparecimento, sem motivo aparente, a autora mudou-se da residência onde convivia com a vítima, retirando todos os móveis do local e se desfez do veículo utilizado no dia do fato, ocorrido na Vila Lucy, na capital.

Na data de 17 de outubro de 2019, o corpo da vítima foi localizado na zona rural da cidade de Indiara, envolto em sacos plásticos, já em avançado estado de decomposição.

Antes da identificação por DNA, foram apresentadas à investigada fotografias dos restos mortais da vítima, onde nitidamente podia se observar suas roupas e seu cinto. A suspeita afirmou não reconhecer aqueles pertences como sendo do companheiro.

Realizado exame de Luminol na residência e no veículo de propriedade da autora, ambos deram positivo para sangue humano. Ela também utilizou o telefone da vítima após o seu desaparecimento, reforçando as suspeitas de homicídio.

De acordo com as investigações, vítima e autora mantinham relacionamento conturbado e violento, com agressões recíprocas. A motivação do crime foi um relacionamento extraconjungal do homem descoberto pela companheira pouco antes do homicídio. A autora, após a prisão, confessou o homicídio do companheiro.

 

 

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