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EUA sancionam empresa russa que tem negócios com a Venezuela

Os americanos impuseram sanções a uma subsidiária da Rosneft que compra petróleo cru da Venezuela.

 
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Os Estados Unidos impuseram novas restrições financeiras à Venezuela: colocaram uma empresa russa que compra e revende petróleo na lista negra de quem não pode fazer negócio com os americanos nesta terça-feira (18).

Essa corretora de óleo é uma subsidiara de uma companhia maior, a Rosneft. De acordo com o governo do presidente Donald Trump, ela tem permitido a sobrevivência do regime chavista.

A medida também aumenta a pressão na Rússia –na concepção dos EUA, os russos são os principais apoiadores da Venezuela.

Os americanos a Rosneft Trading SA de sustentar o setor de óleo e gás da Venezuela, escapando das outras sanções que os EUA já impuseram.

As sanções, anunciadas pela Departamento de Tesouro dos EUA, têm como alvo a Rosneft Trading.

Os EUA também publicaram um aviso para que outras empresas parem de negociar com a Rosneft Trading nos próximos 90 dias.

A ação congela ativos financeiros que essa subsidiária da Rosneft tem nos EUA, assim como o da diretoria e do presidente da companhia.

Os Estados Unidos reconheceram Juan Guaidó como o presidente legítimo da Venezuela no ano passado. Os americanos também começaram a aplicar sanções econômicas nos líderes chavistas.

“A Rosneft Trading S.A. e o seu presidente fizeram a corretagem da venda e transporte do óleo cru venezuelano”, disse o secretário de Tesouro dos EUA, Steven Mnuchin.

A decisão de impor uma sanção a uma subsidiária da Rosneft passou por Trump, de acordo com uma autoridade relatou à Reuters.

O secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, discutiu o tema com o ministro de Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, em um encontro em Munique, na Alemanha.

De acordo com a autoridade ouvida pela Reuters, a ação dos EUA é uma resposta a um papel cada vez mais central que a Rosneft tem nos negócios da Venezuela.

Os EUA ainda reiteraram seus pedidos para que todas as empresas do mundo parem de negociar com o governo de Maduro.

 

 

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