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Advogada afirma ter passado por revista '''vexatória''' na Central de Triagem da Marambaia, em Belém

Pelas redes sociais, a advogada disse que o fato ocorreu ao prestar serviços a um custodiado. Sead informou que pediu sindicância e apuração do fato.

 
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Uma advogada relatou pelas redes sociais ter passado por revista "vexatória", ficando apenas com roupas íntimas, ao prestar serviços a um custodiado na Central de Triagem da Marambaia (CTMAB), em Belém.

Em nota, a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) informou que pediu sindicância e apuração do fato.

De acordo com a Seap, o gabinete da secretaria recebeu memorando da central de triagem, confirmando a presença da advogada para o atendimento ao interno.

A diretora da unidade disse que a advogada foi conduzida para fazer procedimentos legais de revista por uma servidora e que, durante o processo, foi solicitado que retirasse o blazer e que ela fosse conduzida até a sala de atendimento aos presos, finalizando o atendimento e se retirando da unidade.

Ainda segundo a Seap, a advogada foi servidora da Seap, no cargo de agente prisional, lotada na Diretoria de Execução Criminal (DEC), e ela não teria negado o procedimento adotado na revista.

Em nota, a Seap disse ainda que solicitou esclarecimentos imediatos sobre a revista, "haja vista a gravidade dos fatos mencionados".

 

 

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