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Londres confirma primeiro caso de coronavírus

Este é o nono caso na Inglaterra. OMS encerrou reunião de dois dias com mais de 300 cientistas para tratar da doença.

 
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A cidade de Londres confirmou nesta quarta-feira (12) o primeiro caso de coronavírus, de acordo com informações das agênciais locais. Este é o nono caso de infecção na Inglaterra. O paciente teria contraído o vírus na China antes de chegar ao país.

Nos últimos dois dias, mais de 300 especialistas em saúde se reuniram na sede da Organização Mundial da Saúde (OMS), em Genebra, para avaliar o risco de disseminação do 2019 n-COV.

"Esta reunião nos permitiu identificar as prioridades para a pesquisa [do 2019 n-CoV]. Como grupo de financiadores, continuaremos a mobilizar, coordenar e alinhar nosso financiamento para permitir a pesquisa necessária para enfrentar esta crise e interromper o surto, em parceria com a OMS", disse o professor Yazdan Yazdanpanah, presidente do GloPID-R, grupo de "Colaboração em Pesquisa Global para a Prevenção de Doenças Infecciosas".

Nesta quarta, o governo chinês apontou que 1.111 pessoas morreram pela epidemia no país. Há 44.739 casos confirmados de Covid-19 na China e mais de 4.740 pessoas receberam alta dos hospitais após a recuperação.

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Casos e mortes por novo coronavírus — Foto: Cido Gonçalves/Arte G1 Casos e mortes por novo coronavírus — Foto: Cido Gonçalves/Arte G1

Casos e mortes por novo coronavírus — Foto: Cido Gonçalves/Arte G1

Na semana passada, a OMS disse que o mundo enfrenta uma escassez de trajes, máscaras, luvas e outros formas de proteção para se prevenir contra o surto do novo coronavírus e assegurou que a organização enviará equipamentos para nações mais vulneráveis.

"Vamos identificar os gargalos, encontrar soluções e garantir equilíbrio na distribuição de equipamentos", disse o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus.

A agência de saúde da ONU pediu que os equipamentos sejam adquiridos apenas quando necessário e que profissionais da saúde de áreas de risco tenham o acesso garantido aos materiais.

"Profissionais da saúde devem ter prioridade para receber estes materiais. Em segundo lugar estão os doentes e seus cuidadores", disse Ghebreyesus. "A OMS não encoraja que estas formas de proteção sejam adquiridas e estocada em países onde os riscos de transmissão são baixos."

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