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Governo da Venezuela denuncia '''ataque''' dos Estados Unidos contra companhia aérea estatal

Vice-presidente venezuelano da área econômica responsabilizou neste sábado Juan Guaidó pelas restrições e pediu uma investigação criminal. Na sexta, EUA anunciou sanções que bloqueiam qualquer transação da Conviasa com cidadãos e empresas americanas.

 
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O governo da Venezuela criticou neste sábado (8) as sanções dos Estados Unidos contra a companhia aérea estatal Conviasa e responsabilizou o líder da oposição, Juan Guaidó, pelas restrições, pedindo uma investigação criminal contra ele.

"Rejeitamos veementemente esse ataque e essa nova agressão do governo dos EUA contra nossa companhia aérea Conviasa. É inaceitável", disse Tareck El Aissami, vice-presidente da área econômica, em um dos hangares da empresa no aeroporto Maiquetía International, principal terminal aéreo do país.

El Aissami atribuiu a medida a Guaido, chefe parlamentar reconhecido pelos Estados Unidos e por 50 países como presidente encarregado da Venezuela.

"O Ministério Público deve abrir uma investigação contra esse deputado, um traidor da pátria. Eles foram a Washington não apenas para rastejar diante do senhor imperial, mas também para solicitar sanções contra empresas do Estado venezuelano", afirmou.

As sanções anunciadas nesta sexta-feira (7) pelo secretário do Tesouro Steven Mnuchin bloqueiam qualquer transação da Conviasa com cidadãos e empresas dos EUA.

Apesar das sanções, a Conviasa "continuará operando de maneira absolutamente normal", disse El Aissami, que informou que a empresa tem cerca de 2 mil trabalhadores.

A companhia aérea atende o mercado doméstico, mas também possui vôos internacionais para destinos como Bolívia, Equador, México, Panamá e República Dominicana.

 

 

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