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Pescado consumido pelos paraenses apresenta reajuste de até 55% nos últimos 12 meses, aponta Dieese

Segundo o Dieese, a tendência é de elevação de preços, pelo menos até a Semana Santa. A maioria das espécies analisadas tiveram alta superior a inflação do mesmo período, calculada em 4,3%.

 
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O pescado consumido pelos paraenses em 2019 ficou mais caro em relação ao ano anterior. De acordo com um levantamento realizado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudo Socioeconômicos (Dieese), as espécies de peixe comercializadas em Belém apresentaram reajuste de até 55%. Ainda segundo o Dieese, a maioria das espécies analisadas tiveram alta superior a inflação do mesmo período, calculada em 4,3%.

O levantamento verificou os maiores reajustes nos seguintes pescados: Camurim, com alta de 55,22%; seguido pelo Pacu, com reajuste de 37,92%; e a Arraia, com alta de 29,69%. Em alguns casos, o preço do quilo do peixe aumento até R$ 7,00.

Apesar dos reajustes, algumas espécies de pescado apresentaram quedas de preços. As mais significativas foram: Traíra, com recuo de 26,60%; seguida da Uritinga, com queda de 11,20%; e Piramutaba, com queda de 10,90%.

Segundo o Dieese, a previsão para 2020 não é animadora para o consumidor. A tendência, de acordo com o órgão, é de elevação de preços, pelo menos até a Semana Santa. O levantamento aponta que está situação já foi observada com os preços de uma quantidade expressiva do pescado no mês de dezembro de 2019.

 

 

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