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Cartilha do governo ensina migrantes e refugiados a abrir conta em banco

Cartilha está disponível no site do Banco Central em versões em português, espanhol e francês. Material tem informações financeiras e instruções bancárias.

 

O governo federal lançou nesta quinta-feira (7) uma cartilha com instruções bancárias e informações financeiras para migrantes e refugiados. A cartilha foi apresentada por integrantes do Banco Central (BC), do Ministério da Justiça e Segurança Pública e da Agência da ONU para Refugiados (Acnur) em Brasília.

A cartilha está disponível no site do BC em versões em português, espanhol e francês. Segundo o Banco Central, a cartilha começará a ser distribuída ainda em novembro em locais onde há grande fluxo de migrantes e refugiados em versões impressas em português e espanhol.

A cartilha contém informações sobre:

  • Abertura de contas em bancos;
  • Operações de câmbio;
  • Enviar e receber dinheiro para ou do exterior;
  • Empréstimos;
  • Alertas para não ser vítima de golpes;
  • Informações gerais a respeito do funcionamento do sistema financeiro brasileiro e do papel do Banco Central (BC).

Segundo o Banco Central, 1.092.882 pessoal vivem como migrantes no Brasil. Em primeiro lugar, migrantes de Portugal (187.994), seguidos de Haiti (115.771), Bolívia (105.535) e Venezuela (104.858). Além da população imigrante, cerca de 6.500 vivem no Brasil como refugiados reconhecidos.

Apoio aos estrangeiros

Segundo a secretária Nacional de Justiça, Maria Hilda Marsiaj, a cartilha é uma 'declaração de boas vindas' para os estrangeiros.

"Essa cartilha é como uma declaração de boas vindas dizendo que vamos lutar para que os migrantes se integrem de maneira digna pelo trabalho, inserção financeira e pela vida econômica do país", afirmou.

De acordo com o chefe do departamento de atendimento institucional do Banco Central, Carlos Eduardo, o atendimento para os brasileiros e para os estrangeiros deve ser o mesmo.

"A partir do momento que tem um documento para abertura de conta, o estrangeiro vai ter os mesmos produtos, as mesmas dificuldades e os mesmos desafios de negociações que os brasileiros tem. O que queremos deixar claro é que o atendimento tem que ser o mesmo", afirmou.

 

 

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