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Argentino de clã de sequestradores é preso com documento falso no Brasil

Família Puccio ficou conhecida nos anos 80 por sequestrar e matar as vítimas. Daniel Arquimedes Puccio estava em um ônibus, em Itu SP .

 
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Um argentino foi preso com documento falsificado em uma operação da rodovia Castello Branco, em Itu (SP), nesta segunda-feira (16).

Segundo a Polícia Rodoviária, o suspeito foi identificado como Daniel Arquimedes Puccio, membro de uma família criminosa conhecida nos anos 80 por sequestrar e matar as vítimas na Argentina.

Ainda de acordo com a polícia, a operação contra o tráfico de drogas parou o ônibus com 14 passageiros onde estava Daniel Arquimedes Puccio. O veículo saiu de Foz do Iguaçu e tinha São Paulo como destino.

Daniel teria ficado nervoso ao ver os policiais e entregou um RG falso, o que chamou a atenção por ser diferente da foto registrada no sistema. Perguntado sobre o documento, ele afirmou que comprou em São Paulo, capital, para permanecer por mais tempo no Brasil.

Em seguida, o suspeito foi encaminhado à Polícia Federal de Sorocaba, onde a delegada deliberou que fosse aplicada uma multa e deu o prazo de 60 dias para regularizar a permanência no país.

A ocorrência foi registrada no 4º Distrito Policial de Itu, onde foram feitas as pesquisas e constatado que seria da família que teve os crimes contados em uma série e filme.

O delegado fez contato com a Interpol e foi informado que o nome de Daniel não constava na lista de procurados. No entanto, a polícia irá verificar se existe um mandado de prisão contra o suspeito.

A Polícia Civil o autuou pelo artigo 304 do Código Penal, o uso de documento falso.

Família Puccio

A família Puccio sequestrou e matou empresários em sua casa em San Isidro. O pai morreu em 4 de maio de 2013, aos 84 anos.

Segundo a imprensa argentina, Daniel, também conhecido como "Maguila", é um dos únicos que mantiveram o nome.

Na época, os crimes chocaram o país. A história inspirou uma série e um filme. Maguila ficou preso por apenas dois anos e evitou a sentença de 13 anos de prisão quando deixou o país e voltou anos depois.

Veja mais notícias da região no G1 Sorocaba e Jundiaí

 

 

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