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Primeiro-ministro da Itália diz que vai renunciar

Partidos que davam sustentação ao governo italiano tiraram seu apoio; depois da formalização da renúncia, podem ser convocadas novas eleições.

 
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O primeiro-ministro da Itália, Giuseppe Conte, disse que vai renunciar nesta terça (20), porque a Liga, um dos partidos que formavam a coalizão de governo, ter decidido apresentar uma moção de desconfiança.

No Parlamento, ele disse que vai renunciar para o presidente Sergio Mattarella, que decidirá se convoca eleições ou tenta formar uma nova maioria parlamentar.

Luigi Di Maio, chefe do Movimento 5 Estrelas, uma das frentes políticas que dão sustentação ao governo da Itália, já tinha sinalizado que a coalizão que está no poder iria acabar.

Di Maio agradeceu o primeiro-ministro, Giuseppe Conte, por seu tempo no cargo.

"Aconteça o que acontecer, queria lhe dizer que foi uma honra trabalhar junto nesse governo", disse Di Maio, que atua como vice-premiê no gabinete.

O parceiro de coalizão do 5 Estrelas, a Liga, de extrema-direita, havia dito que apresentará uma moção de desconfiança.

Ainda não há uma votação parlamentar agendada, e há incerteza sobre como o tumulto político terminará.

Salvini quer eleições antecipadas

O líder da Liga, Matteo Salvini, exige novas eleições três anos e meio antes do prazo, confiante de que sua popularidade crescente nas pesquisas de opinião o conduzirá ao poder e empurrará o anti-establishment 5 Estrelas para a oposição.

Di Maio disse que os parlamentares do 5 Estrelas ficarão ao lado de Conte, um professor de Direito sem filiação política. "Cada um de nós sabe que estamos do lado certo da história", disse Di Maio em uma postagem no Facebook.

"A Liga terá que responder por sua decisão errada de pôr tudo abaixo, abrindo uma crise de governo no meio de agosto, só para cortejar votos", acrescentou.

 

 

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