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Dido vem pela 1ª vez ao Brasil e diz que se diverte mais no palco hoje que auge do sucesso há 20 anos

Cantora diz que brasileiros vão ver show mais solto que na época de Thank you e fala em turnê dividida, assim como novo disco, entre amor por eletrônica dançante e por folk suave.

 
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Há duas bandeiras recorrentes nos shows de Dido: "White flag", a canção na qual ela hesita em levantar o pano branco da paz amorosa, e aquela inconfundível verde e amarela."Sempre tem um fã brasileiro com a bandeira em qualquer lugar", comenta a cantora.

Pois a londrina finalmente vai fazer seus primeiros shows no Brasil em novembro (veja detalhes abaixo), após muitos anos tocando para brasileiros espalhados pelo mundo. Ou nem tantos anos assim, já que ela fez uma longa pausa de turnês, entre 2004 e 2019.

Dido estourou em 1999 no Reino Unido e na Europa, com "Here with me", e em 2000 nos EUA e no resto do mundo, com ajuda do refrão de "Thank you" incluído em "Stan", de Eminem. No disco seguinte, "Life for rent", de 2003, ainda emplacou a já citada "White flag".

Depois deste período que foi, de longe, o de maior sucesso na carreira, Dido até lançou dois discos ("Safe trip home", em 2008, e "Girl who got away", em 2013), mas saiu dos holofotes dos palcos e da mídia. Nesse meio tempo, em 2011, deu à luz o filho Stanley.

Dido volta com novo disco após seis anos

Dido volta com novo disco após seis anos

O Brasil perdeu a chance de vê-la no pico comercial, mas vai curtir Dido no auge da tranquilidade.

"O show não é muito diferente de antes", ela admite. "Mas naquela época eu estava sempre muito nervosa. Agora eu não sinto muita pressão e consigo me divertir no palco. É incrível poder viajar o mundo e conhecer tanta gente", diz a cantora de 47 anos.

O novo disco, "Still on my mind", reflete bem essa fase que é ao mesmo tempo relax e animada. O álbum foi gravado na casa dela, com produção do seu irmão Rollo Armstrong.

"A gente estava muito relaxado, e não se preocupava com o tempo. Nos encontrávamos ocasionalmente, ele passava lá em casa, depois voltava para a dele. O disco aconteceu de maneira natural", ela descreve.

Na resenha do G1, o repertório "Still on my mind" foi dividido em duas metades: seis folk românticos docinhos, na linha dos seus maiores hits, e seis eletrônicas, bem trip hop anos 90, com batida mais seca.

Show divi-dido

Dido diz que não fez esse cálculo de divisão ao planejar o disco, mas gosta da descrição e acha que ela se aplica também para o show que vai mostrar no Brasil.

"Amei essa interpretação. E é assim no show também. Eu amo dance music, hip hop, e também gosto muito dessa parte mais acústica. Mas o que tem deixado mais gente surpresa nessa turnê é essa parte que faz todo mundo dançar", adianta Dido.

Entre um show e outro, os fones de ouvido de Dido também não pararam lá no início dos anos 2000. Ela diz que está curtindo Anne Marie, Christine and the Queens e Billie Eilish, cantora que nasceu dois anos depois de "Thank You", em 2001.

Dido no Brasil

  • 2/11 – São Paulo – Credicard Hall (ingressos inteiros entre R$ 200 e 700)
  • 3/11 – Belo Horizonte – Km de Vantagens Hall BH (ingressos inteiros entre R$ 200 e 600)
  • 6/11 – Curitiba – Teatro Positivo (ingressos inteiros entre R$ 200 e 700)
  • 8/11 – Rio – Km de Vantagens Hall RJ (ingressos inteiros entre R$ 540 e 730)

 

 

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