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Justiça dos EUA suspende guardas e muda diretor de prisão onde Jeffrey Epstein morreu

Acusado de exploração sexual de menores foi encontrado morto com sinais de suicídio. Justiça dos EUA pede apuração do caso.

 
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Autoridades dos Estados Unidos anunciaram nesta terça-feira (13) a troca do diretor da prisão de alta segurança em Nova York onde o milionário Jeffrey Epstein foi encontrado morto – aparentemente por suicídio. Dois guardas também foram suspensos.

Epstein, de 66 anos, foi encontrado morto com sinais de suicídio dentro da cela onde aguardava julgamento por exploração sexual de menores. As autoridades norte-americanas se comprometeram a levantar a causa da morte.

"Hoje [terça-feira], o procurador-geral ordenou à Agência de Prisões que nomeie temporariamente o diretor do Centro Correcional Metropolitano de Nova York à Unidade Regional do Nordeste da Agência, à espera do resultado das investigações do FBI e o Escritório do Inspetor Geral sobre o aparente suicídio de Jeffrey Epstein", disse a porta-voz do Departamento de Justiça, Kerri Kupec.

"A Agência de Prisões também colocou em licença administrativa dois funcionários inscritos na unidade do senhor Epstein à espera do resultado das investigações", acrescentou em um comunicado.

Kupec disse que medidas adicionais poderão ser tomadas "caso as circunstâncias justifiquem".

Jeffrey Epstein

Jeffrey Epstein, de 66 anos, foi preso em 6 de julho — Foto: Florida Department of Law Enforcement/Handout via Reuters Jeffrey Epstein, de 66 anos, foi preso em 6 de julho — Foto: Florida Department of Law Enforcement/Handout via Reuters

Jeffrey Epstein, de 66 anos, foi preso em 6 de julho — Foto: Florida Department of Law Enforcement/Handout via Reuters

Epstein, vinculado a vários políticos e celebridades, aguardava um julgamento por acusações federais de que traficava mulheres menores de idade com fins sexuais.

O milionário tinha sido preso 6 de julho e acusado em Nova York de organizar, pelo menos desde 2002 até 2005, uma rede de dezenas de meninas, algumas estudantes de ensino médio, com as quais mantinha relações sexuais em suas muitas propriedades, entre elas em Manhattan e na Flórida.

O procurador-geral dos Estados Unidos, Bill Barr, prometeu na segunda-feira perseguir os cúmplices de Epstein, dizendo que havia graves irregularidades na prisão onde o financista morreu.

 

 

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