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Fazendeiro acusado de matar sindicalista é julgado novamente após ter condenação anulada

Ele foi julgado e condenado em 2014, a 12 anos de prisão, mas recorreu e teve o júri anulado.

 
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O fazendeiro Décio José Barroso Nunes, acusado de ser o mandante do assassinato do sindicalista José Dutra da Costa no ano de 2000, é julgado novamente na manhã desta terça-feira (13), no Fórum Criminal de Belém. Ele foi julgado e condenado em 2014, a 12 anos de prisão, mas recorreu e teve o júri anulado. A sessão começou no início da manhã, sete testemunhas devem falar hoje, sendo quatro do Ministério Público.

O último julgamento, em outubro de 2018, foi adiado a pedido do promotor de justiça porque uma testemunha de acusação não poderia comparecer. Nesta terça, o júri é presidido pela juíza Ângela Alice Alves Tuma.

Na promotoria do júri atua o promotor Franklin Lobato e em defesa do fazendeiro o advogado Antonio Maria Freitas Leite Júnior. A primeira testemunha a depor é Valter Rezende de Almeida, delegado que atuou no caso.

O crime

O sindicalista Dezinho foi morto em 2000, em Rondon do Pará — Foto: Cristino Martins / O Liberal O sindicalista Dezinho foi morto em 2000, em Rondon do Pará — Foto: Cristino Martins / O Liberal

O sindicalista Dezinho foi morto em 2000, em Rondon do Pará — Foto: Cristino Martins / O Liberal

O sindicalista José Dutra da Costa, conhecido como Dezinho, foi assassinado por pistoleiros a mando de fazendeiros e madeireiros da região, em novembro de 2000, em Rodon do Pará, no sudeste do Estado. A motivação do crime era a luta do sindicalista por melhores condições de trabalho para trabalhadores rurais e pelas denúncias de trabalho escravo e desmatamento naquela região.

 

 

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