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Líderes de vários países condenam ataques contra mesquitas na Nova Zelândia

Atiradores deixaram 49 mortos e 48 feridos em Christchurch nesta sexta-feira.

 
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Líderes de diferentes países condenaram os ataques a tiros contra duas mesquitas em Christchurch, na ilha sul da Nova Zelândia, que deixaram 49 mortos e 48 feridos nesta sexta-feira (15).

Representantes de países de maioria muçulmana, como a Turquia, Malásia e o Paquistão, foram os primeiros a se manifestar.

O presidente turco, Recep Erdogan, classificou a ações como deploráveis e afirmou que os ataques mostram o crescimento do racismo e da “islamofobia”. Segundo ele, novos ataques vão acontecer a menos que os governantes tomem providências, principalmente nos países ocidentais.

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan — Foto: Aljandro/AFP O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan — Foto: Aljandro/AFP

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan — Foto: Aljandro/AFP

O Ministério das Relações Exteriores da Malásia afirmou que dois cidadãos de seu país ficaram feridos em Christchurch. "A Malásia condena fortemente este ato de terror sem sentido contra civis inocentes e espera que os responsáveis por este crime bárbaro sejam levados à justiça", afirmou em comunicado.

O premiê do Paquistão, Imran Khan, disse estar chocado com os ataques. "Isso reafirma o que sempre defendemos: que o terrorismo não tem religião. As orações vão para as vítimas e suas famílias", declarou no Twitter.

Reino Unido

A rainha da Inglaterra, Elizabeth II, disser ter ficado profundamente triste com os terríveis acontecimentos. “O Príncipe Philip e eu enviamos nossas condolências às famílias e amigos daqueles que perderam suas vidas. Também presto homenagem aos serviços de emergência e voluntários que prestam apoio àqueles que foram feridos. Neste momento trágico, meus pensamentos e orações estão com todos os neozelandeses.

Austrália

O primeiro-ministro da Austrália, Scott Morrison, diz que os australianos são solidários aos neozelandeses. "Os australianos estão com todos os neozelandeses hoje, durante este período sombrio, onde ódio e violência roubaram sua paz e inocência", declarou no Twitter.

"A Nova Zelândia, como a Austrália, é o lar de pessoas de todas as fés, culturas e origens. Não há lugar em nenhum em nossos países para o ódio e a intolerância que geraram essa violência extremista e terrorista que condenamos", acrescentou.

Em sinal de luto, as bandeiras australianas ficarão a meio mastro.

França

O presidente da França, Emmanuel Macron, declarou no Twitter que "todos os nossos pensamentos para as vítimas dos crimes hediondos contra as mesquitas de Christchurch na Nova Zelândia e para seus entes queridos".

Ele também disse que "a França enfrenta todas as formas de extremismo e age com seus parceiros contra o terrorismo no mundo".

Estados Unidos

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, escreveu em sua conta do Twitter que "os EUA estão com a Nova Zelândia para qualquer coisa que possam fazer".

"Minha mais calorosa simpatia e os melhores votos vão para o povo da Nova Zelândia após o horrível massacre nas mesquitas. 49 pessoas inocentes morreram tão sem sentido, com tantos tão gravemente feridos", disse.

Vaticano

O papa Francisco declarou estar "muito triste" pelos "atos de violência sem sentido". Ele expressou sua solidariedade com a comunidade muçulmana do país.

"O Papa Francisco está muito triste em saber da existência em saber da existência de feridos e mortos em atos de violência sem sentido contra duas mesquitas em Christchurch, e expressa a todos os neozelandeses, e em particular à comunidade muçulmana, sua sincera solidariedade com esses ataques", informou um telegrama assinado pelo número dois do Vaticano, o cardeal Pietro Parolin.

Papa Francisco durante a homilia na missa pelo Ano Novo — Foto: Reuters Papa Francisco durante a homilia na missa pelo Ano Novo — Foto: Reuters

Papa Francisco durante a homilia na missa pelo Ano Novo — Foto: Reuters

 

 

 

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