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Louis Vuitton apaga referências a Michael Jackson de sua última coleção

Coleção outono-inverno da marca de luxo foi dedicada ao astro. Documentário lançado neste mês expôs novas denúncias de abuso sexual contra o cantor.

 
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A marca de luxo Louis Vuitton decidiu apagar as referências a Michael Jackson de sua coleção apresentada em janeiro, após as acusações de abuso sexual reunidas em um documentário sobre o astro pop.

Em nota divulgada nesta quinta-feira (14) no site Women's Wear Daily (WWD), a bíblia da moda, a grife declarou que não vai comercializar mais nenhum produto que "comporte referências diretas" a Michael.

A coleção outono-inverno desenhada por seu diretor artístico, Virgil Abloh, foi dedicada ao cantor. Como convite para o desfile em Paris, o americano havia enviado uma luva coberta de paetês, como as que o artista usava.

Abloh havia escrito uma longa homenagem a Michael, que chamou de "ícone de sua infância e de sua vida adulta" e um garoto que "cresceu nos bairros pobres de Indiana, que se tornou símbolo da unidade planetária".

O estilista americano Virgil Abloh entra na passarela após o desfile da coleção primavera/verão 2019 da Louis Vuitton na Semana de Moda de Paris  — Foto: Charles Platiau/Reuters O estilista americano Virgil Abloh entra na passarela após o desfile da coleção primavera/verão 2019 da Louis Vuitton na Semana de Moda de Paris  — Foto: Charles Platiau/Reuters

O estilista americano Virgil Abloh entra na passarela após o desfile da coleção primavera/verão 2019 da Louis Vuitton na Semana de Moda de Paris — Foto: Charles Platiau/Reuters

Entre as referências a Michael na coleção, há uma versão da lendária jaqueta que ele usou no vídeo de "Beat it".

"Estou consciente de que, à luz do documentário, o desfile provoca reações emotivas", disse Abloh ao WWD. "Condeno firmemente toda forma de abuso, violência, ou violação dos direitos humanos das crianças", frisou.

Acusações

Lançado em março pela emissora americana HBO, o documentário dá voz a dois homens que dizem ter sido, durante anos, vítimas de abusos sexuais cometidos por Michael, quando eram crianças.

O filme sai uma década depois da morte do cantor, que já respondeu por outras acusações desse tipo no passado. Rádios de países como Canadá, Austrália e Nova Zelândia decidiram deixar de tocar as músicas dele.

 

 

 

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