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Paraguai detém traficante brasileiro que tinha fugido de quartel em Assunção

Há dois dias, Ximenes tinha conseguido fugir do enfrentamento que deixou morto o também brasileiro Reinaldo Araújo, que escapou com ele do quartel de Assunção, em dezembro de 2018.

 
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A polícia prendeu nesta sexta-feira (8) o traficante brasileiro Thiago Ximenes, conhecido como "Matrix", que tinha fugido da sede do Agrupamento Especializado da Polícia Nacional do Paraguai, em Assunção.

Há três dias, Ximenes tinha conseguido fugir do enfrentamento que deixou morto o também brasileiro Reinaldo Araújo, que fugiu com ele do quartel de Assunção, em dezembro de 2018. Depois da fuga, 18 policiais foram presos por suspeita de cumplicidade com os criminosos.

O brasileiro foi detido nesta manhã pela polícia perto de Villa Ygatymí, no departamento de Canindeyú, na fronteira com o Brasil.

O ministério do Interior do Paraguai, Juan Ernesto Villamayor, disse à imprensa local que "Matrix" foi pressionado a se entregar a cerca de 2 km do local onde Araújo foi morto, uma região fronteiriça onde as plantações de maconha são abundantes, de acordo com a agência Efe.

Villamayor afirmou que o governo está analisando a expulsão direta do traficante para o Brasil, assim como vem fazendo com outros integrantes de grupos criminosos brasileiros que operam no país.

No Twitter, o presidente do Paraguai, Mario Abdo Benítez parabenizou a Polícia Nacional "pela detenção e recaptura de um dos chefes principais da organização PCC".

Facção criminosa

No Paraguai, Matrix responde por crimes como homicídio, tráfico de drogas e de armas e organização criminosa. Ele é apontado como um dos líderes do Primeiro Comando da Capital (PCC), facção criminosa de São Paulo que atua dentro e fora dos presídios.

Ximenes também é fugitivo de presídios argentinos, paraguaios e brasileiros. Ele é suspeito de participar de um assalto a um banco em Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná, em novembro de 2013. No ano seguinte ele foi preso em Ciudad del Este.

Reinaldo Araújo era investigado por vários homicídios na região da fronteira e também era suspeito de integrar o PCC.

 

 

 

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