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Municípios ficam em alerta com possibilidade de danos provocados por enxurradas no período chuvoso

A Defesa Civil monitora os locais onde pode haver alagamentos e outros danos nas cidades da região.

 
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No período chuvoso, as cidades estão em alerta com a possibilidade de alagamentos, desmoronamento e danos provocados por enxurradas. A Defesa Civil monitora as áreas onde há maior riscos, como em cidades como Óbidos, Oriximiná, Monte Alegre e Alenquer, no oeste do Pará, por causa da geografia dos locais. A preocupação ocorre mesmo antes de ser decretada emergência.

O sargento da 4ª Regional da Defesa Civil do Baixo Amazonas (4ªRedec), Riler Lopes, ressaltou que nas cidades não é necessária uma grande quantidade de chuvas para que os problemas sejam estabelecidos. “São municípios que nos preocupam por causa da dinâmica geográfica. Não que lá esteja chovendo mais que os outros lugares, mas a topografia do terreno contribui para que a preocupação seja um pouco mais acentuada”, explicou.

Em Óbidos, recentemente foi decretado estado de alerta devido as chuvas intensas. O documento de 18 de janeiro de 2019 foi promulgado após relatório da Coordenadoria Municipal de Proteção e Defesa Civil de Óbidos (Compdec), realizado no início do ano, apontar o agravamento da situação das áreas de risco mapeadas na zona urbana. Entretanto, famílias foram retiradas das áreas de risco e a situação foi controlada.

Segundo a Defesa Civil regional, nenhum município decretou emergência até agora, mas o alerta continua. Em Santarém, a preocupação maior é com o Centro comercial.

“Quando o Rio Tapajós chega a 7,10m, que é a nossa cota de alerta, já começamos a ter maior preocupação principalmente com relação ao Centro Comercial de Santarém, porque quando chega nesse nível, a água já começa adentrar por cima da avenida”, especificou o coordenador de Defesa Civil de Santarém, Darlisson Maia.

Problemas na infraestrutura aumentam no período chuvoso, em várias cidades

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Os municípios podem pedir ajuda do Governo Federal, que decide se decreta emergência e envia ajuda ou não. Em alguns casos, pode ser decretada calamidade pública. A questão depende do nível do desastre. O sargento Riler Lopes explicou que a situação de emergência pode ser dividida em dois níveis. No nível 3, já se trata da calamidade pública.

“No nível 1, o município pode atender as necessidades do desastre e pedir ajuda do Governo Federal, ou do Governo Estadual. No nível 2, o ente vai dizer que não consegue atender. Os Governos Federal e Estadual entram efetivamente com a ajuda. O nível 3 já é o estado de calamidade pública, onde na maioria das vezes, os governos Estadual e Federal já fazem o decreto antes mesmo do município”, explica.

Em 2018, foi decretada situação de emergência em Santarém. “Veio a ajuda humanitária e recurso da Defesa Civil pra fazer um serviço emergencial em 17 trechos de algumas ruas que foram muito afetadas pelas enxurradas e onde ficaram crateras muito grandes”, conta Darlisson Maia.

Para decretar emergência, o município precisa de um laudo da Defesa Civil indicando os motivos e a área a ser socorrida.

 

 

 

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