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Controladoria venezuelana auditará Guaidó por depósitos '''sem justificativa'''

Segundo o órgão do governo de Maduro, oposicionista supostamente ocultou, falseou dados contidos na sua declaração juramentada de patrimônio e recebeu dinheiro proveniente de instâncias internacionais e nacionais sem nenhum tipo de justificativa .

 

A Controladoria da Venezuela anunciou nesta segunda-feira (11) a abertura de uma auditoria para investigar o líder oposicionista Juan Guaidó -- que no último dia 23 de janeiro se autoproclamou presidente interino do país -- por supostamente receber dinheiro de entes internacionais "sem justificativa".

Além disso, a auditoria sobre Guaidó será feita por supostamente ocultar dados na sua declaração juramentada de patrimônio.

Considerando que Guaidó "supostamente ocultou, falseou dados contidos na sua declaração juramentada de patrimônio e recebeu dinheiro proveniente de instâncias internacionais e nacionais sem nenhum tipo de justificativa", foi ordenado o início de uma "auditoria patrimonial", segundo disse o controlador, Elvis Amoroso.

Em declarações transmitidas pela emissora estatal "VTV", Amoroso lembrou as competências da Controladoria em matéria de administração pública, entre as quais destacou que um servidor público que tenha incorrido em algum tipo de irregularidade pode enfrentar uma sanção de inabilitação política de 15 anos.

Guaidó anunciou em 23 de janeiro que assumiu as funções do Executivo por considerar que o presidente Nicolás Maduro não é legítimo e, seis dias depois, o Ministério Público venezuelano pediu a proibição de sua saída do país, o bloqueio das suas contas e a alienação e taxação de bens móveis e imóveis.

O Tribunal Supremo de Justiça (TSJ) deu sinal verde à solicitação da Procuradoria e, embora até o momento não tenha sido ditada uma ordem para sua detenção, o chavismo, com seus diferentes porta-vozes, como Diosdado Cabello, consideram que Guaidó deveria ser preso.

Cabello, que é presidente da Assembleia Nacional Constituinte (ANC), formada por governistas, nomeou na semana passada uma comissão do fórum para consultar a população sobre a antecipação das eleições legislativas, que segundo a Constituição deveriam acontecer apenas em dezembro do ano que vem.

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