Mundo

Mundo

Fechar
PUBLICIDADE

Mundo

Presidente da Assembleia Nacional da Venezuela é detido e liberado em seguida

Informação sobre detenção foi divulgada pela mulher de Juan Guaidó e por vários parlamentares da oposição neste domingo. Na sexta-feira, ele disse que quer assumir a presidência no lugar de Maduro e convocar novas eleições.

 
 -   head  meta charset 'utf-8 link rel 'preconnect' href 'https://cocoon.globo.com link rel 'dns-prefetch' href 'https://cocoon.globo.com link rel 'prec
head meta charset 'utf-8 link rel 'preconnect' href 'https://cocoon.globo.com link rel 'dns-prefetch' href 'https://cocoon.globo.com link rel 'prec

O presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, o oposicionista Juan Guaidó, foi detido por agentes do serviço de inteligência venezuelana neste domingo (13) e, segundo sua mulher e parlamentares de seu partido, liberado alguns minutos depois.

"Agradeço a imediata reação de apoio deiante do atropelo da ditadura contra o meu marido. Já estou com ele. A ditadura não poderá dobrar seu espírito de luta", postou sua esposa Fabiana Rosales no Twitter.

Instantes após a notícia da detenção, deputados e líderes do Voluntad Popular (VP), partido em que Guaidó atua, informaram à agência espanhola EFE que o parlamentar havia sido libertado e que enviou uma mensagem às pessoas que esperavam por ele em Vargas, onde faria um comício, para que não saíssem do local.

A conta de Twitter oficial da Assembleia Nacional, de maioria oposicionista, postou um vídeo que seria da ação na rodovia onde Guaidó foi detido:

Pediu saída de Maduro

Na sexta-feira, Guaidó disse num evento público em Caracas que estava disposto a assumir a presidência venezuelana depois que a oposição declarou o segundo mandato do presidente Nicolás Maduro como ilegítimo.

"A Constituição me dá legitimidade para exercer o cargo da Presidência da República, para convocar eleições, mas preciso do apoio dos cidadãos para tornar isso uma realidade", disse o deputado a algumas centenas de pessoas que se concentraram no leste de Caracas para denunciar a "ilegitimidade" de Maduro.

Na quinta-feira (10), Maduro prestou juramento para seu segundo mandato na presidência em cerimônia no Tribunal Supremo de Justiça do país. Isso porque a Assembleia Nacional, dominada pela oposição, não reconhece a legitimidade do novo período do chavista no poder, que deve durar até 2025.

O secretário-geral da Organização dos Estados Americanos, Luís Almagro, crítico contundente do regime de Maduro, se manifestou denunciando o "sequestro" de Guaidó.

"A comunidade internacional deve deter os crimes de Maduro e seus asseclas", escreveu.

O assessor especial para assuntos internacionais da Presidência brasileira, Filipe G. Martins, escreveu no Twitter que está "monitorando a situação com toda atenção".

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, assina documento durante sua posse na Suprema Corte, em Caracas, na quinta-feira (10) — Foto: Reuters/Carlos Garcia Rawlins O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, assina documento durante sua posse na Suprema Corte, em Caracas, na quinta-feira (10) — Foto: Reuters/Carlos Garcia Rawlins

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, assina documento durante sua posse na Suprema Corte, em Caracas, na quinta-feira (10) — Foto: Reuters/Carlos Garcia Rawlins

 

 

 

PUBLICIDADE

Curiosidades

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE