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Manifestantes começam a se reunir para novos protestos em Paris

Já nas primeiras horas deste sábado 8 , coletes amarelos se encontravam nas ruas. Espera-se grandes protestos.

 
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Os primeiros "coletes amarelos" começam a se reunir nas ruas de país para os grandes protestos que são esperados neste sábado (8). Usuários do Twitter começaram o dia postando os primeiros vídeos dos manifestantes. É o quarto final de semana consecutivo de protestos.

A Torre Eiffel e outros pontos turísticos do centro de Paris estarão fechados hoje por conta das manifestações. Lojas também não abrirão as portas, por medo de saques que aconteceram em outros dias de protesto.

Cerca de 89 mil policiais foram mobilizados em todo o país. Desses, 8 mil estão alocados em Paris, para evitar as cenas da última semana, que contou com carros incendiados e com o Arco do Triunfo pixado com frases contra o presidente Emmanuel Macron.

Segundo a agência EFE, até as 5h40 de Brasília as autoridades da França já haviam detido pelo menos 177 pessoas para impedir preventivamente incidentes violentos durante as manifestações.

Confrontos

No sábado (1º), houve confronto dos manifestantes com a polícia na Avenida Champs-Elysées, em Paris, que deixou 130 feridos e mais de 400 detidos. Cerca de 136 mil saíram às ruas naquele dia.

Aumento cancelado

Os protestos foram mantidos apesar de o governo ter anunciado na quarta-feira (5) que desistiu de aumentar os impostos de combustíveis. Inicialmente, a medida seria suspensa por seis meses, mas depois o primeiro-ministro francês, Édouard Philippe, disse que o aumento não entraria no projeto orçamentário de 2019.

Segundo a imprensa francesa, o presidente Emmanuel Macron tomou a decisão após perceber que a primeira proposta não foi bem recebida pelos "coletes amarelos".

PROTESTOS DOS COLETES AMARELOS NA FRANÇA

  • Como o movimento juntou direita e esquerda contra Macron

  • Semelhanças e diferenças para os protestos de 2013 no Brasil

  • Líder de Maio de 1968 condena 'coletes amarelos'

  • Da Holanda à Bulgária, 'coletes amarelos' surgem por toda a Europa

 

 

 

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