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Encontro discute assistência de saúde a gestantes e bebês nas maternidades do oeste do PA

A coordenação estadual de saúde da criança encontrou falhas que precisam ser corrigidas.

 
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A assistência de saúde oferecida a gestantes e bebês foi discutida durante um encontro que reuniu profissionais que coordenam maternidades e centros especializados de atendimento à mulher em Santarém e em cidades do oeste do Pará.

Foram apresentados dados do monitoramento da Rede Cegonha, uma estratégia lançada em 2011 em todo o país para ampliar a assistência integral à saúde de mães e bebês desde o pré-natal até os primeiros dois anos de vida.

A coordenadora estadual de saúde da criança, Ana Cristina Guzzo, destacou falhas que precisam ser corrigidas pelas maternidades. Será necessário que cada uma construa um plano de ação e cumpra recomendações para melhorias.

“A questão da área física, das condições físicas, como elas [as gestantes] estão expostas, e a questão de equipamentos. Isso foi um ponto frágil de grande parte das maternidades. Outro ponto é a questão das boas práticas”, afirma Guzzo.

Reduzir a mortalidade de crianças também é uma das principais metas das políticas para a infância em todos os municípios. A atenção se concentra, principalmente, no primeiro ano de vida, faixa em que ocorre a maior parte dos óbitos.

Casa da Saúde da Mulher em Santarém — Foto: Adonias Silva/G1 Casa da Saúde da Mulher em Santarém — Foto: Adonias Silva/G1

Casa da Saúde da Mulher em Santarém — Foto: Adonias Silva/G1

No Hospital Municipal de Santarém (HMS), que acolhe gestantes de toda a região, o atendimento vem sendo melhorado, segundo a enfermeira Alzenira Sarmento, que atua no setor de obstetrícia da unidade.

“A gente vem adequando nosso serviço dos partos e também o hospital municipal junto com a coordenação do IPG vem fazendo as mudanças, as transformações e adequando as diretrizes dentro do hospital”, diz Alzenira.

Desde dezembro de 2017, grávidas em trabalho de parto passaram a ter atendimento 24h, com entrada e acolhimento exclusivo pela Casa de Saúde da Mulher. Segundo a Secretaria de Saúde, são atendidas em média 30 gestantes por dia.

A enfermeira Claudia Valena coordena a Casa de Saúde da Mulher em Monte Alegre e aposta em um atendimento eficaz para as gestantes. “Nós precisamos adequar nossas maternidades, adequar nossos serviços para ter um acolhimento melhor”, diz.

 

 

 

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