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Reunião na Alepa discute estratégias de segurança após mortes no Tapanã, em Belém

Parlamentares e representantes da segurança pública do Estado discutiram também o andamento das investigações dos casos.

 

Parlamentares e representantes da segurança pública do Estado reuniram nesta quarta-feira (7) na Assembleia Legislativa do Pará (Alepa) para discutir o combate à violência no Tapanã, em Belém. Nove pessoas foram mortas no bairro em menos de duas semanas. Oito morreram na segunda-feira (29) e uma vítima foi morta nesta quarta.

Para o titular da Secretaria de Segurança Pública (Segup), Luiz Fernandes, as estatísticas de roubos e homicídios estão menores que nos anos anteriores.

"Hoje nós temos redução de 5% dos crimes letais intencionais, mas os números não são altos no Pará, são altos no Brasil", afirmou.

Após a série de mortes no Tapanã, moradores relatam que a insegurança está maior no cotidiano. O vendedor Weibsom Estumano disse que o local onde trabalha já possui grades há anos, mas o horário de funcionamento mudou. "A gente ficava até 22h, mas depois do que aconteceu fechamos entre 20h30 e 21h, com medo", disse.

Na reunião da Alepa foram discutidas estratégias e o andamento das investigações das mortes. O presidente da Comissão de Direitos Humanos da Alepa, deputado Carlos Bordalo, afirmou que foi feita uma recomendação para o procedimento com os casos.

"Fiz oficialmente a recomendação para que se proceda, que deve usar a mesma estratégia feita no Aurá, quando órgãos de segurança atuaram de forma integrada", disse.

O deputado disse ainda que a reunião resultou em um documento com sugestões ao novo governo.

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do G1 Pará no (91) 98814-3326

 

 

 

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