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Homem é condenado por tentar assassinar a ex-esposa em Belém

Crime ocorreu em 2015. Homem invadiu a casa da vítima e atirou contra ela diversas vezes.

 

Os jurados do 1º Tribunal do júri de Belém condenaram Evandro Jorge Penha, 41 anos, acusado de tentativa de homicídio qualificado praticado contra sua ex-companheira Micheli Martins Pereira, 40 anos. Com base na decisão dos jurados, anunciada em sessão desta quarta-feira (7), em desclassificar o crime de tentativa de homicídio para lesões corporais foi aplicada a pena de dois anos e meio de detenção, convertida em reclusão pelos antecedentes criminais: por tráfico de drogas, cinco anos de reclusão; e mais oito anos e meio por assalto.

O crime ocorreu por volta das 20h do dia 15/08/2015, na Rua do Arrebatamento, próximo ao Campus da Universidade Federal do Pará (UFPA). Conforme relata a acusação, o réu, inconformado com a separação, invadiu a casa da ex-mulher, de capacete, e desferiu vários tiros na ex-mulher, atingindo-a.

Por maioria dos votos os jurados acolheram a sustentação do promotor de justiça Franklin Lobato Prado, que requereu aos jurados desclassificar o crime de tentativa de homicídio para lesões corporais.

Em interrogatório, o réu confessou que foi autor dos disparos de arma de fogo, calibre 38, na casa da vítima, mas, que não teve intenção de matar a ex mulher. Ele alegou que estava transtornado com a separação por amar a mulher.

A testemunha vítima compareceu ao júri e inocentou o ex companheiro, afirmando que foi atingida por tiro acidental. Aos jurados Micheli afirmou que reatou o relacionamento com o réu e espera que ele saia solto do júri “por que temos uma família aqui fora”. Atualmente a mulher visita o réu regularmente na cadeia. A vítima disse que não sabia explicar como foi atingida por um dos projéteis de arma de fogo, que ficou alojado no seu glúteo, uma vez que o réu teria apontado a arma para o chão e depois para o alto.

O casal conviveu há 19 anos, conforme relato da vítima, e que este teria lhe ajudado a criar os filhos de relacionamento anterior. A mulher contou que ficou frente a frente do réu e este apontou a arma para baixo e para o alto, atingindo a região da virilha da mulher ficando o projétil alojado no glúteo.

 

 

 

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