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Após ação de limpeza, Ufopa solicita liberação de praia para ações da Unidade Tapajós

Atualmente a área não pode ser utilizada devido às atividades degradadoras e embarcações que ali atracam.

 
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A Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa) solicitou junto a alguns órgãos municipais de Santarém, a liberação da praia que fica na Unidade Tapajós, para a realização de ações esportivas e culturais da instituição.

A informação foi dada no sábado (3) durante uma ação de limpeza da área, realizada pela instituição, em parceria com a Escola de Ensino Técnico do Estado do Pará (Eetepa), Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminfra) e empresas.

A praia conhecida como a praia da Sudam, tem uma extensão de 218 metros e é uma Área de Preservação Permanente (APP), protegida por lei. A Ufopa, como detentora da propriedade do espaço, é responsável pela área. Porém, não pode ser usada pela comunidade em geral devido às atividades degradadoras e pelas embarcações que ali atracam, fazendo todo tipo de uso, inclusive poluindo as águas, até mesmo com dejetos.

De acordo com o reitor Hugo Diniz, a ação de limpeza foi estratégica, dentro do plano de melhor utilização dos espaços da Ufopa. Ele citou a praia como um espaço de grande importância para a comunidade em geral e que hoje não se tem acesso a ela por estar cheia de muitos entulhos. “Nossa comunidade requer espaços culturais, áreas para várias atividades esportivas, e a praia é um espaço importante para isso”, destacou professor Hugo Diniz.

A engenheira ambiental da Ufopa, Jaqueline Bailão, informou que um trabalho de levantamento de dados sobre as áreas ambientais da Ufopa tem sido feito nos últimos anos, e a partir dele a Universidade observou o uso indevido do espaço da praia localizada na Unidade Tapajós.

Segundo ela, a praia é usada como área de porto e estaleiro, desencadeando várias irregularidades como descarte de resíduos, inclusive com materiais que causam risco aos frequentadores, além de assoreamento e erosão, ocasionando vários danos ao meio ambiente, principalmente para o meio hídrico.

 

 

 

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