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Ciro diz esperar que filme da eleição tenha final feliz e enterre ódio e radicalismo

 
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O candidato do PDT à Presidência, Ciro Gomes, afirmou neste sábado (15) que espera que a eleição tenha um final feliz e enterre o ódio e o radicalismo “que já está descambando para a violência”. A afirmação foi feita quando o candidato comentou os dados da pesquisa eleitoral do Datafolha, que mostrou estabilidade na sua intenção de votos, em 13%.

“A pesquisa é retrato de momento e a vida não é retrato, a vida é filme. Nós estamos aqui em pleno filme, ainda haverá grandes emoções. Essa novela, eu espero que termine com final feliz e que Deus abençoe a nação brasileira para que a gente possa sair dessa eleição enterrando o ódio, o radicalismo”, afirmou.

Apesar do discurso de unificação, Ciro voltou a criticar o General Hamilton Mourão, vice da chapa de Jair Bolsonaro do PSL. “Esse candidato é um jumento de carga”, afirmou. “Nós brasileiros precisamos por a barba de molho porque existe aí uma turminha que acha que tem o direito de usurpar a democracia e de voltar com a violência”.

Ciro Gomes participou de um ato político ao lado de apoiadores e correligionários em uma casa de eventos em Macapá (AP). Depois, ele se encontrou com representantes de movimentos sociais que desenvolvem políticas voltadas para a juventude.

Durante a visita, Ciro também defendeu o desenvolvimento sustentável. Disse que é preciso fazer zoneamento econômico e ecológico para definir o que para preservar e o que é para proteger. “As populações tradicionais têm que ser guardadas e mitigar todos os efeitos ambientais daquilo que for natural que a gente explore para superar a pobreza e a miséria de nosso povo”, disse.

Ainda sobre os problemas enfrentados na região Norte, Ciro voltou a dizer que pretende criar uma guarda nacional de fronteira com um grande aparato tecnológico, que permitirá a fiscalização das fronteiras com satélite e drones, por exemplo.

Jovens

Em entrevista concedida durante a agenda de campanha, Ciro voltou a dizer que seu governo vai garantir que, em quatro anos, metade de todos os jovens estará na escola de tempo integral, no ensino profissionalizante e com estágio remunerado pelo governo.

“Eu vou disputar o jovem brasileiro com o narcotráfico, e não se faz isso sem dar ao jovem brasileiro práticas para ele acreditar no nosso pais. Hoje um a cada quatro jovens de 18 a 25 anos está desempregado, não temos escola técnica profissionalizante e o ensino médio é careta, do decoreba, que não retém o estudante”, afirmou.


G1

 

 

 

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