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Dois casos de meningite bacteriana são confirmados em central de triagem no PA; Susipe descarta surto

Os detentos apresentaram os sintomas da doença no último sábado 8 . Cerca de 500 doses de medicação preventiva para evitar o contágio foram ministradas nos mais de 450 presos e nos servidores penitenciários e foi realizada desinfecção da cela onde os det

 

Dois casos de meningite bacteriana na Central de Triagem Metropolitana II (CTM II), em Ananindeua, região metropolitana de Belém, foram confirmados pela Superintendência do Sistema Penitenciário do Estado (Susipe) nesta terça-feira (11). Os detentos apresentaram os sintomas da doença no último sábado (8), e foram encaminhados para diagnóstico e tratamento especializado no Hospital João de Barros Barreto, em Belém.

Foram realizados vários exames clínicos até a confirmação nesta terça-feira. A vigilância epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde de Ananindeua já foi notificada. A Susipe informa que foram adotadas todas as medidas profiláticas necessárias. A profilaxia reduz em 95% a chance de infecção, além de eliminar o estado de portador assintomático da bactéria, reduzindo, assim, a cadeia de transmissão. As visitas também estão suspensas na unidade prisional por 15 dias.

Ainda segundo a Susipe, cerca de 500 doses de ciprofloxacina (medicação preventiva para evitar o contágio da doença) foram ministradas nos mais de 450 presos e nos servidores penitenciários da central de triagem. Todos ficarão em observação por um período de 10 dias. Uma equipe de plantão médico faz o acompanhamento diário na unidade prisional.

Foi realizado um procedimento de desinfecção da cela de triagem onde os detentos estavam custodiados, juntamente com outros presos que ingressaram na central a menos de 15 dias. Como se trata de uma cela de "trânsito", a principal suspeita é de que algum detento tenha contraído a doença fora do ambiente carcerário. Cerca de 500 máscaras e luvas já foram entregues na unidade prisional. De acordo com o Ministério da Saúde, o tempo de incubação da bactéria é de 2 a 10 dias.

Em nota, a Susipe não confirmou um surto epidêmico da doença por se tratarem de dois casos isolados. No entanto, não descarta a possibilidade de que outras pessoas possam ter sido infectadas pela bactéria e por isso adotou, preventivamente, todas as medidas recomendadas pelas autoridades de saúde, afim de evitar a disseminação e contágio da doença.

 

 

 

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