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POLÍTICA

Galli demonstra mágoa e diz que Selma não assimilou que política se faz em grupo

 
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O deputado federal e candidato à reeleição Victório Galli, externou sobre a polêmica em torno da candidatura “independente” da juíza aposentada Selma Arruda (PSL), candidata ao Senado Federal. Galli afirmou que a candidata de “primeira viagem” ainda não assimilou que política se faz em grupo

“Selma resolveu fazer a candidatura dela meio que individual, ela ainda não assimilou que na política a gente tem que trabalhar tudo em conjunto, ela achou por bem fazer isso, eu não retiro o direito dela fazer isso, mas como ela não depende de quociente eleitoral, eu acho que não vai sofrer problema nesse sentido”, afirmou o deputado federal ao VGNoticias na noite desse domingo (09.09).

O candidato à reeleição e presidente do PSL em Mato Grosso garantiu que o fato não deixou o partido dividido e pontuou que as diferenças estão sendo respeitadas, mas demonstrou sua “mágoa” ao lembrar que a opção pela coligação com o candidato à reeleição, Pedro Taques (PSDB), só ocorreu por causa dela.

“Isso foi feito já em virtude dela, porque foi à única coligação que teve espaço para ela ser candidata a senadora, no Mauro não tinha, no Wellington Fagundes não tinha. Então, fomos para o Pedro, mas em virtude dela, para atender um requisito para segurar essa vaga de senador, e agora ela fez isso com a gente”, lamentou.

Galli pontuou que a decisão da candidata não prejudica Selma, mas ressaltou que a coligação com o tucano interfere e ajuda os candidatos a deputado federal e estadual. Segundo ele, o PSL vai continuar cumprindo a palavra que foi dada na convenção e assinada em ata: “Agora nós que estamos deputados estaduais e federais, nós temos que assimilar isso, porque nós dependemos de quociente eleitoral. Demos a palavra lá atrás, assinamos ata que deveríamos andar com o governador Pedro Taques”, concluiu.

VG Notícias

 

 

 

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