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Professores de Curralinho, no Marajó, entram em greve

Servidores denunciaram corte de 50% no pagamento. Prefeitura diz que salários é um dos maiores do estado e que valor compromete folha de pagamento.

 

Cerca de 450 professores municipais entraram em greve em Curralinho, no Marajó, nesta sexta-feira (10). Os manifestantes ocuparam a sede da prefeitura do município para denunciar corte de 50% do salário recebido na quinta (9).

De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Pará (Sintepp), o salário dos professores estava atrasado 3 meses. O sindicato disse ainda que a prefeitura não justificou o corte.

Os servidores também pedem que o pagamento dos salários dos condutores do transporte escolar, que já está atrasado há dois meses. Além disso, a categoria também pede melhorias nas escolas e o repasse do dinheiro dos aposentados de um fundo municipal.

Uma reunião deve ser realizada na próxima terça-feira (14) para discutir as mudanças.

A prefeita Alda Ayres negou, por telefone, que os salários tenham atrasado três meses. Ela disse que o salário dos profissionais da educação de Curralinho é um dos maiores do estado, o que estava comprometendo a folha de pagamento.

Sobre o atraso nos salários dos condutores de transporte escolar, o secretário de Finanças do município, Álvaro Júnior, informou que a prefeitura não havia transferido o dinheiro para a empresa terceirizada porque a empresa não havia repassado as documentações necessárias para realizar o pagamento.

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do G1 Pará no (91) 98814-3326

 

 

 

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