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Missa lembra um ano da morte de rodoviário assassinado no 40 horas

Alexander Alves Machado, de 43 anos, foi morto após uma briga de trânsito. Familiares e amigos ainda buscam por respostas. Ninguém foi preso

 

Uma missa lembrou um ano da morte do rodoviário Alexanderr Alves Machado, de 43 anos. Ele foi assassinado durante uma discussão de trânsito no bairro do 40 horas, em Ananindeua. Familiares e amigos da vítima ainda buscam respostas sobre o crime. Até agora, ninguém foi preso.

Familiares e amigos do rodoviário assassinado no bairro do 40 horas realizaram uma missa

Familiares e amigos do rodoviário assassinado no bairro do 40 horas realizaram uma missa

Em agosto de 2017, Alexander, que era motorista de ônibus, dirigia por uma avenida em Ananindeua quando se envolveu em uma acidente com um motociclista. Segundo testemunhas, ele desceu do veículo e conversou com o homem que pilotava a moto. Em seguida, Alexander voltou para o ônibus e foi atingido por um tiro disparado pelo motociclista, que fugiu.

Um ano após o crime, a família ainda se revolta pelo motivo do assassinato. “A justiça é muito lenta. A gente espera que seja feito logo alguma coisa. Não vai trazer ele de volta, mas pelo menos vai ser feita alguma coisa”, declarou Marlize Amber, viúva do motorista.

Casos de mortes após discussões no trânsito são comuns no Pará. No último sábado (4), um professor morreu após se envolver em uma briga de trânsito em Marabá, sudeste do estado. Ederson Santos, de 29 anos, foi atingido por dois tiros na cabeça após se envolver em um acidente. Segundo a polícia, o professor teria feito uma manobra proibida e batido em outro carro. O crime foi registrado por uma câmera de segurança.

Em 2017, o motorista de transporte alternativo Alessandro Abreu, de 24 anos, foi mais uma vítima. Depois de uma briga de trânsito com um motociclista, Alessandro foi perseguido e morto a tiros.

A Polícia Civil informou que o inquérito da morte do rodoviário Alexander ainda não foi concluído. O crime está sendo investigado pela Divisão de Homicídios (DH). Ainda de acordo com a polícia, já foram ouvidas testemunhas e foram feitos três retratos falados do suspeito, mas ainda não foi possível identificar o autor do crime. Segundo a polícia, o caso da morte do motorista de transporte alternativo Alessandro Abreu também está sendo investigado.

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do G1 Pará no (91) 98814-3326

 

 

 

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