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Seminário discute atendimento de pacientes com fissura labiopalatal

De acordo com a Sespa, a má formação congênita denominada “fissura labiopalatal”, atinge uma criança em cada 650 nascidas, aproximadamente, no Pará.

 
 -  A má formação congênita denominada “fissura labiopalatal”, atinge uma criança em cada 650 nascidas, aproximadamente, no Pará.  Foto: Graziela Miranda
A má formação congênita denominada “fissura labiopalatal”, atinge uma criança em cada 650 nascidas, aproximadamente, no Pará. Foto: Graziela Miranda

Belém recebe o I Seminário Multiprofissional Sorrisos Largos, na manhã de quinta-feira (9). O evento vai reunir pais e familiares de pacientes que têm fissura labiopalatal para discutir o tratamento e atendimento desse público. De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), a má formação congênita denominada “fissura labiopalatal”, atinge uma criança em cada 650 nascidas, aproximadamente, no Pará.

O seminário é organizado pela Associação Sorrisos Largos com apoio da Sespa. O objetivo é avaliar a deficiência do acompanhamento pré-natal realizado na maioria dos municípios do estado, inclusive em Belém, e ausência de diagnóstico precoce da enfermidade, assim como as deficiências de atendimento e a ausência da implementação do Plano Estadual de Atenção aos pacientes.

Segundo a Secretaria, uma Câmara Técnica de apoio a esses pacientes foi criada para discutir e organizar o fluxo de atendimento, no fim de 2017. Desde então, a Fundação Santa Casa foi designada como serviço de referência para a atenção às crianças com malformação craniofacial, onde já foram realizadas 52 cirurgias.

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do G1 Pará no (91) 98814-3326

 

 

 

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