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Corpo de africano morto em bar é sepultado em Uberlândia

Sepultamento ocorreu na manhã desta quinta 12 no Cemitério Bom Pastor. Homem de 30 anos foi executado com três tiros no Bairro Santa Mônica. As investigações seguem em sigilo para não atrapalhar os trabalhos, segundo a polícia.

 
 -  Africano Jacques Onza trabalhava como mecânico em Uberlândia  Foto: Reprodução/Facebook
Africano Jacques Onza trabalhava como mecânico em Uberlândia Foto: Reprodução/Facebook

O corpo do africano da República Democrática do Congo, Jacques Onza Wilinoe, foi sepultado na manhã desta quinta-feira (12) em Uberlândia. A vítima foi assassinada dentro de um bar no Bairro Santa Mônica e a motivação do crime ainda é desconhecida.

O homem de 30 anos foi velado na Funerária Ângelo Cunha, no Centro da cidade. O translado para o enterro no Cemitério Campo do Bom Pastor, no Bairro Planalto, ocorreu por volta das 10h de hoje e o sepultamento se encerrou cerca de uma hora depois.

Africano Jacques Onza trabalhava como mecânico em Uberlândia (Foto: Reprodução/Facebook) Africano Jacques Onza trabalhava como mecânico em Uberlândia (Foto: Reprodução/Facebook)

Africano Jacques Onza trabalhava como mecânico em Uberlândia (Foto: Reprodução/Facebook)

O assassinato do africano ocorreu no dia 29 de junho e o corpo estava no Instituto Médico Legal (IML) desde então aguardando a liberação para o serviço funerário. O cadáver foi embalsamado para garantir a preservação até a chegada da mãe da vítima, que desembarcou no Brasil na última terça-feira (10).

Devido ao alto custo para levar o corpo até a África, os familiares optaram por fazer o sepultamento em Uberlândia, onde Jacques estava morando com a noiva. Ele deixou também uma filha de dez anos no país de origem.

Crime

Jacques foi morto com três tiros quando estava em um bar jogando sinuca com os amigos e a noiva. A autoria e motivação do crime ainda são desconhecidas. Amigos e familiares descartam que a execução tenha sido motivada por acerto de contas e acreditam que o atirador tenha confundido o alvo.

O inquérito foi instaurado pela Polícia Civil, que informou por meio da assessoria de comunicação que o delegado responsável pelo caso não repassará informações sobre as linhas de investigação para não atrapalhar nos trabalhos. As investigações são conduzidas pela Delegacia de Homicídios de Uberlândia.

Acompanhe o caso:

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