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José Rizzo e mais dois acusados de duplo homicídio vão a júri popular em Nova Ponte após 16 anos do crime

O julgamento começou com quase 2h de atraso por causa da defesa. Rizzo era proprietário de escolas na região e o motivo do crime em 2002 seria uma dívida trabalhista.

 
 -  Sessão do júri no Fórum de Nova Ponte nesta quarta-feira  11   Foto: Pedro Torres/G1
Sessão do júri no Fórum de Nova Ponte nesta quarta-feira 11 Foto: Pedro Torres/G1

O julgamento do empresário José de Jesus Rizzo, acusado pela morte de duas pessoas em 2002, ocorre nesta quarta-feira (11) na comarca de Nova Ponte. A sessão do júri começou com 1h50 de atraso e não tem prazo para terminar. O julgamento é presidido pelo juiz Luiz Antonio Messias no fórum da cidade.

A audiência estava prevista para ter início às 9h, mas a demora ocorreu porque os advogados de defesa tentaram o adiamento do júri alegando que não houve tempo hábil para convocar as testemunhas a partir do momento da intimação. A Promotoria de Justiça e o juiz, por sua vez, alegaram que estas poderiam ser ouvidas por carta precatória.

Julgamento no fórum da comarca de Nova Ponte (Foto: Pedro Torres/G1) Julgamento no fórum da comarca de Nova Ponte (Foto: Pedro Torres/G1)

Julgamento no fórum da comarca de Nova Ponte (Foto: Pedro Torres/G1)

Crime

Rizzo era proprietário de cinco escolas na região e a acusação é de que ele teve desentendimentos com um ex-funcionário devido a uma causa trabalhista de aproximadamente R$ 1 milhão. Conforme as investigações, Marco Antônio Aquino e o cunhado Wagner Monteiro foram atraídos para uma fazenda na zona rural de Indianópolis, no dia 25 de março de 2002, quando foram mortos a tiros e enterrados.

Além do empresário, os réus Hudson Vieira e Wônimo Carlos Moreira também são julgados acusados pelo duplo homicídio triplamente qualificado.

O julgamento ocorre 16 anos após o indiciamento dos acusados e chegou a ser adiado neste ano. Além do trio, o réu Daniel Davi de Souza também foi acusado de ter participação no crime, no entanto, não teve a data do julgamento marcada porque ainda há recursos em andamento. Os quatro respondem por duplo homicídio triplamente qualificado.

Julgamento de José Rizzo, acusado de duplo homicídio, é marcado em Uberlândia

Julgamento de José Rizzo, acusado de duplo homicídio, é marcado em Uberlândia

 

 

 

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