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Milhares de manifestantes protestam contra FMI na Argentina

Em segundo dia consecutivo de protestos, milhares marcharam até a Praça Rosada, em frente à Casa Branca. Pesquisas apontam que 75% dos argentinos são contra um acordo com o FMI.

 
 -  Argentinos participam de protesto contra as negociações do governo com o FMI, em Buenos Aires, na quinta-feira  17   Foto: Eitan Abramovich/AFP
Argentinos participam de protesto contra as negociações do governo com o FMI, em Buenos Aires, na quinta-feira 17 Foto: Eitan Abramovich/AFP

Organizações sociais, políticas e sindicais marcharam nesta quinta-feira (17) em Buenos Aires contra o acordo da Argentina com o Fundo Monetário Internacional (FMI), organismo onde o presidente Mauricio Macri pediu ajuda financeiro para conter uma crise cambial.

Pelo segundo dia consecutivo, milhares de pessoas protestaram contra o FMI, em uma marcha que foi até a Praça de Maio, em frente à Casa Rosada, sede do governo.

Após a manifestação, outra numerosa manifestação de docentes e estudantes chegou à mesma praça em defesa da educação pública e "contra o ajuste" neste setor.

Argentinos participam de protesto contra as negociações do governo com o FMI, em Buenos Aires, na quinta-feira (17) (Foto: Eitan Abramovich/AFP) Argentinos participam de protesto contra as negociações do governo com o FMI, em Buenos Aires, na quinta-feira (17) (Foto: Eitan Abramovich/AFP)

Argentinos participam de protesto contra as negociações do governo com o FMI, em Buenos Aires, na quinta-feira (17) (Foto: Eitan Abramovich/AFP)

"As pessoas estão sofrendo, e o governo não encontra um caminho que nos leve a um lugar melhor do que o que estávamos. Ao contrário, acreditamos que o caminho escolhido é de mais ajuste e de maior sofrimento para as maiorias", declarou à AFP Roberto Baigorria, dirigente do partido Livres do Sul (centro-esquerda).

Baigorria junto com outros dirigentes de partidos de esquerda, sindicatos e organizações sociais voltou atrás de uma enorme bandeira que rezava "Fora FMI".

Segundo duas pesquisas, 75% dos argentinos são contrários a um acordo com o FMI.

 

 

 

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