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Corpo é encontrado enterrado em área do Exército em Santarém

Um suspeito foi identificado e conduzido a 16ª Seccional Urbana de Polícia Civil. Crime teria sido cometido no domingo à tarde.

 
 -  Fernando foi levado para a Seccional onde foi ouvido pela equipe da especializada em homicídios  Foto: Sílvia Vieira/G1
Fernando foi levado para a Seccional onde foi ouvido pela equipe da especializada em homicídios Foto: Sílvia Vieira/G1

Um corpo do sexo masculino foi encontrado no início da tarde desta quarta-feira (16), em uma área de propriedade do Exército Brasileiro, no bairro Esperança, em Santarém, oeste do Pará. Uma denúncia anônima ao chefe de Operações da Polícia Civil, Hélio Rego, levou a equipe ao local onde o crime foi cometido.

Segundo o diretor da 16ª Seccional Urbana de Polícia Civil, delegado Germano do Vale, um rapaz de 23 anos identificado como Fernando Henrique de Oliveira Nascimento, morador do bairro Esperança, foi indicado pelo denunciante como sendo um dos envolvidos no assassinato. "Nós fomos informados do fato pelo chefe de Operações Hélio Rego, e a equipe de investigadores localizou ali nas redondezas o Fernando. A princípio ele disse que não tinha participação, mas que saberia onde estava o corpo. No local indicado pelo Fernando os policiais encontraram o corpo de homem morto a pauladas. confessou que junto que participou do assassinato desse homem que ainda não temos a identificação e ele mesmo indicou o local onde o corpo estava enterrado", relatou o delegado.

Ainda de acordo com Germano do Vale, durante à abordagem a Fernando, foram encontrados 16 papelotes de entorpecentes no bolso dele, que é um indício de que o crime foi um possível acerto de contas do tráfico de drogas. "O fato de ter sido encontrada uma quantidade de droga com o acusado, robustece que a motivação foi acerto de contas por tráfico de drogas. O Fernando é vendedor, é soldado do tráfico. Ele está sendo autuado em flagrante por tráfico e deverá responder também por homicídio qualificado e ocultação de cadáver", ressaltou.

Na 16ª Seccional Urbana de Polícia Civil, Fernando disse ao G1 que não agiu sozinho. Segundo ele, haviam outras cinco pessoas com ele e que o crime foi cometido da tarde de domingo. Confirmou que a vítima foi morta a cacetadas, mas alegou que não sabe a identidade do morto.

O corpo foi levado para o CPC, para necropsia e deverá permanecer na câmara fria aguardando identificação por parte de familiares.

 

 

 

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