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Donos de lanchas fazem protesto e se dizem prejudicados com obras no cais de Santarém

Segundo os manifestantes, pontes de acesso às embarcações foram quebradas por funcionários da empresa que executa obras na orla. Pneus foram queimados em cima do cais de arrimo.

 
 -  Manifestantes atearam fogo em pneus no cais de arrimo de Santarém  Foto: Bena Santana/94Fm
Manifestantes atearam fogo em pneus no cais de arrimo de Santarém Foto: Bena Santana/94Fm

Ateando fogo em pneus no cais de arrimo de Santarém, no oeste do Pará, donos de lanchas que fazem linhas para comunidades e outros municípios iniciaram um protesto na manhã desta quarta-feira (14) para chamar atenção do poder público. Segundo eles, os funcionários que estão trabalhando nas obras do muro de contenção da orla quebraram as pontes de acesso às embarcações, prejudicando os serviços das lanchas.

Pelo fato do nível do rio estar subindo, pequenas balsas são usadas para que passageiros e tripulantes façam o embarque e desembarque. Por sua vez, as pontes dão acesso ao cais. Segundo os empresários, com o avanço das obras, a empresa teria quebrado este acesso, não avisando com antecedência sobre a medida, e o governo municipal também não fez nenhum comunicado.

Fumaça dos pneus queimados prejudicou o trânsito na Avenida Tapajós (Foto: Bena Santana/94 FM) Fumaça dos pneus queimados prejudicou o trânsito na Avenida Tapajós (Foto: Bena Santana/94 FM)

Fumaça dos pneus queimados prejudicou o trânsito na Avenida Tapajós (Foto: Bena Santana/94 FM)

Para minimizar os transtornos, os empresários querem que a prefeitura faça adequações em outro local para que as balsas sejam deslocadas e os termináveis hidroviários não fiquem prejudicados. O caso, segundo os manifestantes, já chegou ao conhecimento do Ministério Público do Pará (MPPA).

As alternativas apontadas para a transferência do porto são: Vila Arigó, porto pertencente à concessionária de energia elétrica e próximo à Companhia Docas do Pará. Porém, os empresários acreditam que distância destes locais para o centro da cidade prejudicará os serviços.

Apesar do protesto, a empresa não parou a execução da obra do muro de contenção. A fumaça dos pneus queimados fez o trânsito na Avenida Tapajós ficar parado por alguns minutos, próximo à Praça Tiradentes.

O Secretário Municipal de Transporte, Paulo Jesus esteve conversando com os manifestantes nesta manhã para buscar uma solução.

 

 

 

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