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Governo sírio volta a negar ter armas químicas e diz que seu uso é inaceitável

Ação em Saraqeb levantou suspeita do uso de arma química. Declaração do vice-ministro das Relações Exteriores acontece após ameaça de ataque aéreo francês.

 

O governo sírio negou nesta quarta-feira (14) possuir armas químicas e afirmou que seu uso é imoral e inaceitável, afirmou o vice-ministro das Relações Exteriores, Fayçal Moqdad, segundo a agência oficial Sana.

"O governo sírio nega categoricamente possuir armas químicas. Consideramos a utilização dessas armas imoral e inaceitável, seja qual for o contexto", afirmou o vice-ministro.

Na terça-feira, o presidente francês, Emmanuel Macron, assegurou que ordenaria ataques aéreos na Síria se fosse comprovado o uso de armas químicas por parte das forças do presidente sírio Bashar al Assad.

Um dos supostos ataques teria acontecido no início de fevereiro em Saraqeb, localidade da província de Idlib (noroeste) controlada pelos jihadistas e os rebeldes. Foram informados 11 casos de asfixia, segundo a ONG Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH).

Em 22 de janeiro, o OSDH reportou 21 casos de asfixia em Guta Oriental, reduto rebelde a leste de Damasco. No lugar, foi aventado um ataque com cloro.

Em 7 de fevereiro, a Organização para a Proibição de Armas Químicas (OIAC) anunciou que está verificando testemunhos confiáveis sobre o uso dessas armas na Síria.

 

 

 

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