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Executivo fala abertamente sobre planos para a temporada do Paysandu

 
 -   Foto: Fernando Torres/Paysandu
Foto: Fernando Torres/Paysandu

A Curuzu ferve às vésperas do jogo que vai abrir os trabalhos do Paysandu no Campeonato Paraense de 2018. O tempo é curto para a preparação dos atletas, que começou apenas no dia 3 de janeiro, há semanas da estreia em campo, e uma combinação de concentração e expectativa são evidentes por todas as partes do Lêonidas Castro. Foi nesse clima que o DOL conseguiu adentrar um pouco mais os bastidores bicolores e ter um papo exclusivo com o diretor executivo de futebol do clube, André Mazzuco.

O funcionário do Papão acabou ganhando mais visibilidade após a saída do superintendente de futebol Vandick Lima e também do trio de diretores Abelardo Serra, Ivonélio Calheiros e Vitor Sampaio, em dezembro de 2017, e precisou intensificar seus trabalhos para, junto à equipe técnica do time, solucionar dispensas e contratações.

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Mazzuco não ficou na defensiva – a exemplo do que promete o Papão para 2018 – e discorreu sobre algumas questões que fizeram coro na boca da torcida e imprensa esportiva.

“Alguém tirou essa ideia de algum lugar e vendeu que o Vandick saiu por minha causa. Não tive nenhum problema com o Vandick, nenhuma briga. Ele mesmo fez questão de declarar isso. Havia discordâncias políticas, que não são minha área, e houve uma escolha dele na saída. Após o desligamento de todos eles (referindo-se ao trio de diretores Abelardo, Ivonélio e Vitor), ficou parecendo que eu tinha que sair também. Admiro a gestão do Paysandu, que opta pela continuidade de um trabalho. Fiquei feliz pelo Tony, dentro de suas convicções, optar pela continuidade, tanto comigo, quanto com o trabalho da Comissão Técnica. Eu havia deixado ele à vontade, porém sempre reforçando que meu desejo era também ficar, por acreditar no clube e no trabalho que pode ser desenvolvido por aqui”, conta. 

Ele reconhece que a função que ocupa começou a ficar mais exposta em uma fase mais recente do futebol, tanto pelo assédio da mídia quanto pelo caráter sensível do cargo, que lida diretamente com escolhas que serão decisivas para o time: as contratações.

“A função do diretor executivo começou a ser superexposta e ganhar peso. Como exemplo, podemos ver o Rodrigo Caetano, executivo de futebol do Flamengo, ou Alexandre Mattos, do Palmeiras, entre outros que se destacaram. Na verdade, é uma função muito interna, que existe para fazer o clube funcionar bem. Especificamente sobre as contratações, elas passam pelo crivo de muitas pessoas. O diretor executivo tem que ter uma boa agenda e conhecimento de mercado, claro, porque é a função dele, mas todos ajudam. O Tony (presidente do Paysandu), por exemplo, ajudou muito na vinda do Moisés (atacante). Todos participam”, destaca Mazzuco.

Na conversa, o executivo acabou revelando, com exclusividade ao DOL, que o ciclo de contratações ainda não está fechado e nos próximos dias outro jogador pode ser anunciado para reforçar o Papão, mas adianta que não se trata do atacante Walter, por quem o Clube também teve uma conversa. A Fiel pode ficar ligada!

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Um novo começo na montagem do elenco

Mazzuco explica com mais detalhes como começou sua trajetória no clube, as dificuldades que enfrentou por ser um trabalho já em andamento e dissertou alguns aspectos das estratégias escolhidas pelo Papão para as contratações, que até o momento empolgaram a torcida.

“Ano passado foram feitas 17 contratações, desde que cheguei, e 14 dispensas (durante a temporada, sem considerar a reformulação do final de ano). Pesa muito remontar o time no meio do caminho; pela força dos contratos dos jogadores, que implicam em rescisões etc. É difícil fazer alterações. Agora que permaneci, a continuidade do trabalho é importante; poder corrigir o que deu errado e melhorar o que foi ruim. Tínhamos alguns objetivos: diminuir a média de idade, melhorar e estrutura física do time e melhorar as contratações. Isso com o mesmo orçamento ou um ainda mais baixo. Acreditamos que montamos um elenco mais equilibrado”, detalha.

O reflexo das escolhas para o time já é evidente em alguns pontos que chamam a atenção, como a diminuição da média de idade, que saiu de 29 anos para 24.7 anos. “É relevante a idade porque teremos um ano desgastante de jogos, além do clima de Belém que é difícil”, lembra o executivo. A média de estatura do time também está satisfatória: 1.78.

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