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Ministra se compara à uma escrava dos cidadãos que pagam impostos ao pedir para dobrar salário

...É cabelo, é maquiagem, é perfume, é roupa, é sapato... Ministra reclama e quer receber mais de R$ 61 mil

 
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Ao enviar pedido para que o governo quase dobre seu salário,  de R$ 33,7 para R$ 61,4 mil reais por mês, a mininistra Luislinda Valois, dos Direitos Humanos se colocou numa posição semelhante à uma escrava do cidadão pagador de impostos.

Ela reclama que, por causa do teto constitucional, criado para que funcionários públicos não acumulem cargos e em consequencia salário milionários, o que acontece ainda em muitos casos por questões não estabelecidas na regra do teto, só pode ficar com R$ 33,7 mil do total das rendas. A ministra diz que essa situação “sem sombra de dúvidas, se assemelha ao trabalho escravo, o que também é rejeitado, peremptoriamente, pela legislação brasileira desde os idos de 1888 com a Lei da Abolição da Escravatura”.

Como ministra, ela tem direito a carro com motorista, jatinho da FAB, cartão corporativo e imóvel funcional.

— ...É cabelo, é maquiagem, é perfume, é roupa, é sapato, é alimentação. Porque, se eu não me alimentar, eu vou adoecer e, aí, vou dar trabalho para o Estado. É tudo isso que tem que ter. Então, eu pedi, formulei o pedido, como qualquer pessoa que se achar no direito pode requerer.… — disse Luislinda Valois.

Servidor público indicado nunca está em situação de perda de direito, uma vez que seu cargo é garantido apenas enquanto quem o indicou o desejar, diferente de um servidor público concursado, e independente de sua competência sua exoneração nunca será injusta pois não é uma obrigação a manutenção do contrato. E isso deveria ser claro não só à ministra, mas como a qualquer servidor em qualquer esfera do poder público.

Se a ministra não está satisfeita por não poder receber os valores acumuladamente bastaria pedir exoneração da função, e não se posicionar como uma escrava do cidadão que na média nacional recebe cerca de R$ 3 mil, sendo o dobro disso pago em impostos, inclusive impostos que pagam o salário da ministra.

 

 

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